As Três Formas De Unidade Das Igrejas Reformadas

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ISBN: 978-85-62828-48-5

ANO: 2017

PÁGINAS: 183

SINOPSE

”Todos nós cremos como o coração e confessamos com a boca que há um só Deus…”.

Assim começa o primeiro artigo da Confissão Belga. É uma alusão às palavras do apóstolo Paulo em Romanos 10.10: ”Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação”.

Confessar de coração a fé que temos é um ato imprescindível para a salvação de cada filho de Deus. Mas o ato de crer e confessar não acontece de qualquer modo ou apenas individualmente. O filho de Deus crê e confessa como membro do corpo – como membro da Igreja de Cristo.

A fé cristã é cheia de emoção, mas não é apenas emoção. A fé cristã cheia de sentimento, mas não é apenas sentimento. É exatamente pelo fato de ter conteúdo que a fé nos emociona e produz sentimentos tão profundos em nós. A Bíblia fala sobre ”a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos ” (Jd 3.).

Não se entrega sentimentos; não se entrega emoções. Judas, assim como os demais escritores do Novo Testamento, entende que a fé é objetivamente o conteúdo do ensino apostólico.

De fato, a unidade da Igreja se encontra na confissão de uma mesma fé. A unidade da Igreja não se acha numa cultura comum, num padrão econômico comum, numa história comum. A unidade da Igreja se acha naquilo que ela crê e confessa. A igreja é ”coluna e baluarte da verdade”, e essa verdade, que a Igreja defende e proclama, é algo que transforma pecadores mortos em filhos do Deus vivo.

Kenneth Wieske Instituto João Calvino, Pernambuco, Brasil.

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